Tudo o que os universitários precisam de saber para viver longe de casa!
Guia do alojamento para o ensino superior para o ano letivo 2025/2026.
Para quem vai ingressar no ensino superior, uma das grandes preocupações é encontrar um local adequado para viver durante o período de estudos. Entre mudar-se para outra cidade ou região, arrendar um quarto ou optar por uma residência universitária, o alojamento para estudantes pode ser um verdadeiro desafio, entre tantos outros. Existem alguns apoios e complementos pensados para apoiar os estudantes nesta fase, mas a falta de oferta e os custos crescentes podem tornar a escolha ainda mais complexa.
Por isso, é fundamental conhecer as opções disponíveis neste Guia do Alojamento para o Ensino Superior para o ano letivo 2025/2026.
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Com a divulgação dos resultados da 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, conhecidos este domingo, mais de 43 mil alunos garantiram lugar em universidades e politécnicos. Este contingente traduz uma queda de 12,1% face a 2024, representando um dos contingentes mais reduzidos da última década. Um cenário que já era expectável uma vez que havia 50 mil candidatos, menos nove mil do que em 2024, um número só comparável ao registado em 2018.
A taxa de vagas ocupadas nas universidades foi de 90,4% e nos institutos politécnicos de 65%, com alguns do interior do país a registar quebras nas admissões de cerca de 40%. Sobram 11.513 vagas para a 2.ª fase do concurso.
Os estudantes colocados podem agora avançar ou não com o processo de matrícula até dia 28 de agosto. Para os que pretendam mudar de opção ou que não tenham conseguido colocação, abre hoje a 2.ª fase do concurso, que decorre até 3 de setembro, sendo os resultados publicados a 14 de setembro.
Além das 11.513 vagas que sobraram da 1.ª fase, surgirão ainda lugares adicionais, libertados por alunos que não confirmem matrícula. Estas novas vagas só serão conhecidas a 2 de setembro através do site da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) (www.dges.gov.pt), sendo também possível nessa altura alterar uma candidatura já submetida.
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A redução do número de colocados não se explica apenas por questões demográficas. Aos efeitos da diminuição do número de jovens que concluem o secundário, somam-se outros fatores. O encarecimento da vida académica, em particular os custos do alojamento em cidades como Lisboa, Porto e Coimbra, tem afastado muitos estudantes do ensino superior. A este peso económico juntam-se ainda as alterações recentes nas regras de acesso, sobretudo o regresso da obrigatoriedade dos exames nacionais para concluir o secundário (suspensa nos anos da pandemia de Covid-19) que tornaram o concurso mais exigente.
Os custos de alojamento estudantil condicionam, muitas vezes, a escolha dos próprios cursos pelos estudantes. A escassez de oferta pública e os valores atualmente praticados no setor privado, incomportáveis para muitas famílias, acabam por determinar as tomadas de decisão, tanto a nível dos cursos como dos locais e das instituições pretendidos.
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Os dados oficiais confirmam o desfasamento entre a procura e a oferta no que respeita ao alojamento para estudantes: segundo o último balanço do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), atualizado a 30 de julho de 2025, estão concluídas apenas 2.493 camas das 19.212 previstas até 2026, ou seja, cerca de 13% do total. Neste momento, existem ainda 14.655 camas em obra e 2.064 em fase de adjudicação, num investimento global de 506 milhões de euros financiados pelo PRR, dos quais 64,9 milhões já foram aplicados.
O Governo prevê que, até setembro, fiquem concluídas 19 novas residências universitárias públicas, correspondentes a mais de 2.000 camas (a maioria novas), às quais poderão somar-se 2.270 lugares adicionais através de protocolos. Mas mesmo que estas metas se cumpram, a diferença entre o prometido e o concretizado continua a alimentar a incerteza sobre a capacidade de o país responder, até agosto de 2026, ao “maior investimento de sempre” em residências para estudantes do ensino superior.
Na prática, isto significa que, em outubro, estarão disponíveis 4.795 camas novas ou remodeladas, mas a taxa de cobertura da oferta pública (16.603 camas, mais 1.500 do que em 2021) e de alojamentos privados protocolados (17.900 camas) não vai além dos 15% do universo de 119 mil estudantes deslocados. Só em 2024 foram atribuídos 5.867 apoios financeiros para pagar alojamento a alunos com poucos recursos, sinal da pressão crescente sobre a ação social escolar.
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No mercado de arrendamento privado, os preços dos quartos continuam a subir de forma consistente. No início de julho, altura em que os alunos começam a procurar opções de alojamento, a renda média mensal em Portugal fixava-se nos 415 euros, um acréscimo de 5,5% face ao mesmo período do ano passado, segundo o Índice de Preços do Alojamento Estudantil da Alfredo.pt. Nesse mês, a oferta disponível no mercado privado limitava-se a 6.884 quartos em todo o país.
De acordo com os dados, Lisboa lidera a tabela, com um valor médio de 500 euros por quarto. Segue-se o Porto, onde o preço ronda os 400 euros. Já em cidades como Aveiro, Braga, Setúbal e Évora, a renda supera os 300 euros. Nas zonas turísticas, como Faro e Funchal, os valores atingem, respetivamente, 380 e 465 euros. A exceção é a Guarda, que se destaca como a cidade mais acessível, com uma média de apenas 180 euros por quarto.
Do lado da oferta surgem sinais de bloqueio. Num inquérito divulgado esta semana pela Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), 43% dos senhorios admitem que não estão disponíveis para arrendar quartos a estudantes, sobretudo devido a incertezas fiscais e receios de incumprimento. Apenas 12% dizem estar recetivos a este tipo de arrendamento, o que ajuda a explicar porque continua a faltar alojamento para responder à procura. Por outro lado, maioria dos senhorios (87%), considera que a existência de benefícios fiscais, nomeadamente em sede de IRS e IMI, seria o maior incentivo para disponibilizar imóveis a estudantes.
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Especialistas e responsáveis académicos sublinham que é urgente alargar os critérios e a base da ação social, de forma a garantir igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior e promover a inclusão social, sobretudo num contexto de contração demográfica, em que cada talento conta e não deve ser desperdiçado.
Os estudantes de ensino superior em situação de maior vulnerabilidade económica podem beneficiar de bolsas de estudo. Os apoios podem incluir as propinas, mas também transportes e alojamento.
O prazo para a submissão das candidaturas às bolsas de estudo para 2025/2026, incluindo as bolsas de mobilidade +Superior (criadas para incentivar frequência em instituições do interior e regiões autónomas) e as bolsas destinadas a estudantes com incapacidades, teve início no passado dia 25 de junho e decorre até dia 30 de setembro de 2025 (ou nos 20 dias úteis subsequentes à inscrição, caso esta ocorra depois de 30 de setembro).
Consulte o Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior e o simulador de atribuição de bolsa de estudo para o ano letivo de 2025-2026
Para saber mais sobre a atribuição de Bolsas para o Ensino Superior consulte estas páginas:
Além das bolsas de ação social, existem outros tipos de apoio ao ensino superior. Algumas universidades e politécnicos criam bolsas próprias, financiadas com fundos da instituição, por vezes associadas à colaboração dos estudantes em tarefas académicas. Também as Câmaras Municipais e as Regiões Autónomas atribuem bolsas destinadas a residentes.
Já as bolsas de mérito distinguem alunos com desempenho excecional (todos os exames concluídos e média igual ou superior a 16 valores) embora os pagamentos sofram frequentemente atrasos e o Governo esteja atualmente a ponderar a sua extinção. Existem ainda as bolsas privadas, promovidas por entidades como a Fundação Calouste Gulbenkian, o Instituto Camões, a Fundação Cidade de Lisboa, a Fundação António Aleixo, Fundação Aga Khan, a Associação Sara Carreira, entre outras.
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Enquanto a oferta pública tarda em crescer, o setor privado tem vindo a expandir-se, sobretudo em Lisboa, Porto e Coimbra. Operadores internacionais como a Nido, a Xior e a Livensa Living, entre outros, estão a abrir novas unidades com centenas de quartos. Os preços variam consoante a tipologia, mas a diferença face ao alojamento público é significativa: entre os 350 e os 600 euros mensais nas opções mais comuns.
Parte destas camas privadas são integradas em protocolos com o Estado, permitindo atribuir lugares a preços controlados a estudantes bolseiros. Segundo dados do PNAES, estes protocolos representam cerca de 17.900 lugares. Ainda assim, a sua cobertura é limitada e depende de negociações anuais entre as instituições de ensino superior e os operadores privados.
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Perante a escassez de oferta, surgem soluções alternativas. Uma das mais interessantes é a Partilha Casa, uma iniciativa que promove a partilha de alojamento entre gerações, juntando seniores e jovens universitários. Se, por um lado, mitiga a crise habitacional, também combate a solidão dos mais velhos, permitindo aos estudantes acesso a alojamento acessível, enquanto os seniores beneficiam da companhia. A iniciativa está disponível em várias cidades, incluindo Lisboa, Coimbra e Porto.
A Rede 1/4, lançada pela Universidade Nova de Lisboa, aproxima senhorios e estudantes através de uma plataforma que promove o arrendamento acessível. A iniciativa tem vindo a ganhar escala e já permitiu a colocação de dezenas de jovens em condições reguladas, sendo vista como modelo para replicar noutras cidades universitárias.
Ao mesmo tempo, multiplicam-se redes informais de arrendamento de quartos, mas nem sempre acompanhadas de contratos legais. Este mercado paralelo, frequentemente sem recibos, é uma das razões pelas quais metade dos estudantes deslocados continua sem acesso aos apoios formais e, consequentemente, afastados da possibilidade de beneficiar do complemento de alojamento.
Dividir casa com outros estudantes continua a ser uma das formas mais acessíveis de encontrar alojamento. Plataformas de alojamento estudantil, como a Uniplaces, ajudam na pesquisa de quartos ou apartamentos partilhados em várias cidades, permitindo que os custos sejam distribuídos entre todos os residentes.
As tradicionais repúblicas, onde os estudantes vivem em comunidade e contribuem em conjunto para as despesas, são alternativas. Além disso, o passa-palavra continua a ser muito eficaz: amigos, conhecidos ou até anúncios nas próprias instituições de ensino superior podem ser fontes valiosas de oportunidades de alojamento.
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Outra possibilidade disponível para estudantes universitários deslocados é arrendar casa, naturalmente, uma opção menos acessível do que um quarto.
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Os jovens arrendatários podem ainda recorrer ao Porta 65 Jovem, um programa de subvenção às rendas para jovens entre 18 e 35 anos. Permite candidaturas mesmo sem contrato formal, com simulação de apoio disponível no Portal da Habitação.
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Portugal possui uma rede de polos universitários e institutos politécnicos espalhados por diferentes regiões. Saiba quais os valores médios dos quartos perto de algumas das principais universidades públicas do país, segundo os dados do relatório do Observatório do Alojamento Estudantil, e descubra imóveis para arrendar nessas regiões.
Bragança
Embora Bragança seja uma das cidades mais baratas para arrendamento de quartos, com uma média de 200 euros, os preços subiram significativamente (12,5%) no último ano.
A cidade oferece uma alternativa económica, mas com uma oferta de alojamento também limitada. O Instituto Politécnico de Bragança é constituído por cinco escolas, quatro delas em Bragança e uma em Mirandela.
Descubra casas para arrendar em Bragança!Vila Real
Vila Real é a sede da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). A cidade é conhecida pelo seu ambiente tranquilo e pela proximidade à natureza, tornando-a uma escolha atrativa para estudantes que valorizam uma vida académica calma e focada. Em termos de alojamento, Vila Real oferece opções mais acessíveis em comparação com as grandes cidades, com um preço médio de 250 euros por quarto, embora a oferta seja limitada.
Descubra casas para arrendar em Vila Real!Braga
Braga é uma das cidades mais antigas de Portugal e é também um importante centro académico, sendo sede da Universidade do Minho. A cidade tem uma oferta de alojamento relativamente equilibrada, cujos preços praticamente não sofreram oscilações no último ano, com o valor médio nos 323 euros. Braga é uma opção popular para estudantes que procuram um ambiente académico de qualidade com custos de vida mais controlados.
Descubra casas para arrendar em Braga!Porto
O Porto, com a Universidade do Porto (UP) e vários politécnicos (Instituto Politécnico do Porto – IPP), é uma cidade com grande oferta académica. Tem 827 quartos disponíveis e oferece um ambiente académico dinâmico. A segunda maior cidade universitária do país tem preços de alojamento abaixo da capital, apesar de registaram um crescimento de 4,1%, face ao ano passado, com uma média de 400 euros por quarto.
Descubra casas para arrendar no Porto!Viana do Castelo
Viana do Castelo é a única cidade do país em que os preços médios de alojamento estudantil baixaram (15,5%). O Instituto Politécnico de Viana do Castelo, com as suas seis escolas superiores, tem uma oferta de ensino diversificada e atrativa. Os preços médios do alojamento são competitivos, rondando os 260 euros mensais
Descubra casas para arrendar em Viana do Castelo!
Viseu
Viseu, sede do Instituto Politécnico de Viseu apresenta um preço médio de 245€, com 133 unidades em oferta, registando um aumento de 15% face ao ano anterior. A cidade tem vindo a tornar-se cada vez mais atrativa para estudantes, combinando um ambiente acolhedor, boas condições de vida e acesso a ensino de qualidade.
Guarda
O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) é uma instituição que se destaca pelo seu foco no desenvolvimento do interior de Portugal. A cidade da Guarda, conhecida por ser a mais alta do país, oferece um ambiente tranquilo e um custo de vida acessível, tornando-se uma escolha viável para estudantes que procuram qualidade de ensino e uma experiência académica mais económica. O valor médio dos quartos na Guarda continua o mais baixo do país, apesar do acréscimo de 12,9%: 180 euros mensais.
Descubra casas para arrendar na Guarda!Covilhã
A Universidade da Beira Interior (UBI), localizada na Covilhã, é uma das principais universidades do interior de Portugal. Com mais de 6.000 alunos distribuídos por várias faculdades, a UBI tem uma presença marcante na cidade. A oferta de alojamento na Covilhã é geralmente mais acessível do que nas grandes cidades, mas a procura elevada pressiona os preços, especialmente no início do ano letivo.
Descubra casas para arrendar na Covilhã!Aveiro
Aveiro, conhecida como a “Veneza de Portugal”, abriga a Universidade de Aveiro, uma das mais inovadoras do país. A cidade oferece uma qualidade de vida elevada, com um ambiente tranquilo e acolhedor para os estudantes. Em termos de alojamento, Aveiro atrai cada vez mais estudantes, embora no último ano não tenha havido alterações nos preços. O valor médio dos quartos em Aveiro é de 330 euros.
Descubra casas para arrendar em Aveiro!Coimbra
Conhecida pela sua tradição académica, Coimbra tem atualmente 466 quartos disponíveis para estudantes. A Universidade de Coimbra é a mais antiga do país e uma das mais antigas do mundo, o Instituto Politécnico de Coimbra acrescenta em diversidade e dinamismo. Embora a cidade ofereça uma rica vida cultural e um ambiente estudantil vibrante, a oferta de alojamento é limitada face ao número de estudantes que acolhe e os preços têm vindo a subir. Em média, um quarto na cidade dos estudantes custa 280 euros.
Descubra casas para arrendar em Coimbra!Leiria
O Instituto Politécnico de Leiria é uma instituição de ensino superior que tem vindo a crescer significativamente na região, com cinco escolas superiores espalhadas por Leiria e Peniche. A procura por alojamento estudantil tem aumentado, tendo ainda uma oferta variada, mas com os preços a subir devido à crescente popularidade da região. A média de valores por quarto, em Leiria, é de 270 euros.
Descubra casas para arrendar em Leiria!Castelo Branco
O Instituto Politécnico de Castelo Branco oferece uma vasta gama de 70 cursos em seis escolas superiores. A cidade de Castelo Branco tem um custo de vida relativamente baixo, o que a torna atrativa para estudantes. O valor médio dos quartos para estudantes mantém-se nos 200 euros. A oferta de alojamento é moderada, mas em crescimento, à medida que mais estudantes optam por esta cidade como destino académico.
Descubra casas para arrendar em Castelo Branco!Portalegre
O Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) está inserido numa região com forte ligação ao desenvolvimento regional. A cidade de Portalegre é pequena, mas oferece uma qualidade de vida elevada e um custo de vida acessível. O alojamento para estudantes encareceu significativamente no último ano (22,9%). O valor médio por quarto é agora de 250 euros, possivelmente porque a oferta disponível limitada diminuiu e é apenas de 26 unidades (menos 10 do que no ano passado.)
Descubra casas para arrendar em Portalegre!Santarém
O Instituto Politécnico de Santarém é um importante polo de desenvolvimento regional. Com cinco escolas e uma alta taxa de empregabilidade, fica no centro de Portugal e funciona em duas cidades: Santarém e Rio Maior. A oferta de alojamento na cidade é crescente, mas ainda moderada, sendo uma opção interessante para quem procura um ambiente mais calmo e menos competitivo. O preço médio de um quarto para arrendar é de 280 euros.
Descubra casas para arrendar em Santarém!Lisboa
Lisboa é a cidade com maior oferta de alojamento estudantil, mas também aquela que tem os preços mais elevados, onde um quarto pode custar mais de 700 euros. A cidade atrai muitos estudantes devido à sua diversidade de universidades, entre as quais a
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Universidade deLisboa,o Instituto Politécnico, entre outras. A procura é intensa e os estudantes devem estar preparados para enfrentar valores elevados e uma oferta competitiva. Os preços médios de um quarto na capital cresceram 4,6% nos últimos 12 meses e são agora de 500 euros mensais.
Descubra casas para arrendar em Lisboa!Setúbal
Setúbal, sede do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), combina a proximidade à capital com uma oferta académica diversificada, tornando-se uma opção interessante para estudantes que procuram qualidade de ensino e custos de vida relativamente controlados. O preço médio por quarto é de 360 euros, com 135 unidades disponíveis, registando um aumento de 4% face ao ano passado.
Évora
A Universidade de Évora, situada numa cidade histórica, continua a ser uma opção popular para estudantes que procuram uma experiência académica animada, mas mais tranquila do que nas grandes cidades. A oferta de alojamento é limitada, pelo que o valores médios por quarto são de 300 euros, mas a cidade oferece uma qualidade de vida elevada e um ambiente acolhedor.
Descubra casas para arrendar em Évora!Beja
Beja proporciona um ambiente académico tranquilo, ideal para quem procura calma e qualidade de vida no Instituto Politécnico de Beja. A cidade oferece uma das opções mais acessíveis do país, mas registou uma subida significativa de 15,2% em relação ao ano anterior. Os preços médios são de 238€ por quarto e tem uma oferta limitada.
Faro
Faro, sede da Universidade do Algarve, com o seu clima agradável e as belas paisagens costeiras é muito atrativa para estudantes, especialmente internacionais. No entanto, a oferta de alojamento estudantil pode ser limitada, especialmente durante a época alta do turismo, o que influencia os preços. Faro oferece uma experiência académica única, com um ambiente multicultural e proximidade à natureza. Os preços médios rondam os 380 euros mensais.
Descubra casas para arrendar em Faro!Madeira
A Universidade da Madeira, no Funchal, é um dos locais com menos opções de alojamento do país, com apenas 14 quartos disponíveis. Com o aumento de 25,7% nos preços no último ano, e uma média de 465 euros por quarto, a oferta limitada torna esta cidade um desafio para os estudantes que aí procuram estudar.
Descubra casas para arrendar no Funchal!Açores
A Universidade dos Açores (UAç) tem o seu campus principal em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel e campi secundários em Angra do Heroísmo (Terceira) e na Horta (Faial). Ponta Delgada é a cidade portuguesa onde o alojamento estudantil mais encareceu, uns significativos 50,2%. A explicação pode estar na falta de oferta: apenas 12 unidades disponíveis. O preço médio de um quarto ronda os 400 euros, quase tanto como em Lisboa e mais do que no Porto ou Coimbra.
Descubra casas para arrendar em Ponta Delgada!Entre bolsas, residências públicas, privadas e soluções alternativas, o alojamento estudantil continua a ser um desafio. Conhecer todas as opções e planear a candidatura é fundamental para garantir não apenas um lugar no ensino superior, mas também condições de vida que permitam estudar com tranquilidade.
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