O erro financeiro que toda a gente comete ao comprar casa
Saiba como evitá-lo!
Comprar casa é um dos investimentos mais significativos que a maioria das pessoas faz na vida. Entre visitas, negociações e papelada, é fácil perder de vista o que realmente importa numa decisão tão relevante como escolher uma casa. Mas há um erro financeiro que quase toda a gente comete – e que pode sair muito caro ao longo dos anos. Quer saber qual é e, mais importante, como evitá-lo?
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A maioria dos compradores foca-se quase exclusivamente na mensalidade do crédito habitação. Se a prestação cabe no orçamento mensal, parece uma boa decisão, certo? Errado. O verdadeiro custo de uma casa vai muito além da prestação ao banco, e ignorar isso pode resultar numa compra precipitada que rapidamente se torna num fardo financeiro.
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- Entrada inicial: Normalmente, é necessário ter pelo menos 10% a 20% do valor do imóvel para dar de entrada. A exceção aplica-se aos jovens até aos 35 anos elegíveis para usufruir da garantia pública. A garantia pessoal do Estado aplica-se a contratos assinados até ao final de 2026 e permitirá ao Estado garantir, enquanto fiador, até 15% do valor da transação (o máximo só é atribuído quando há financiamento de 100% do valor), estando abrangidas aquisições até 450 mil euros e jovens que não obtenham rendimentos superiores ao do oitavo escalão do IRS.
- Impostos e taxas: O IMT (Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis), Imposto de Selo, além dos valores dos registos podem representar milhares de euros logo no momento da compra. Os jovens até aos 35 anos podem ser elegíveis para a isenção do IMT e IS.
- Comissões bancárias e custos processuais: O banco cobra comissões pela abertura do crédito, avaliação do imóvel e outros serviços.
- Além dos custos de equipar e mobilar uma casa, também pode haver necessidade de fazer vistorias técnicas e pequenas reparações para garantir que a casa está segura e preparada para habitação.
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- Seguros obrigatórios: No caso de financiamento, os bancos exigem seguro de vida e multirriscos. O seguro de vida e o seguro multirriscos habitação podem acrescentar dezenas de euros à fatura mensal.
- Condomínio: Em prédios ou urbanizações privadas, pode ser uma despesa significativa e muitas vezes subestimada.
- IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis): Pago anualmente, varia conforme a localização e valor patrimonial do imóvel. Pode ser pago na totalidade ou em prestações.
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- Despesas mensais: custos variáveis como a água, eletricidade e gás.
- Pequenas reparações: Um eletrodoméstico avariado, uma infiltração ou a necessidade de pintar uma divisão são custos que, ao longo dos anos, se acumulam.
- Obras estruturais: Se a casa precisar de uma renovação maior no futuro, é essencial ter margem financeira para isso.
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- Muitos compradores escolhem uma taxa variável sem considerar que os juros podem subir e aumentar significativamente a prestação mensal.
- Uma simulação com diferentes cenários de subida das taxas de juro pode evitar surpresas desagradáveis.
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✅ Fazer um orçamento realista – Incluir todas as despesas fixas e variáveis associadas à compra da casa.
✅ Guardar uma reserva financeira – Ter uma poupança de emergência para imprevistos evita endividamentos desnecessários.
✅ Simular diferentes cenários – Teste a prestação do crédito com taxas de juro mais altas para perceber se consegue manter a casa a longo prazo.
✅ Analisar todas as condições do crédito – Não escolher apenas pelo valor da prestação; saiba como comparar as condições e perceba o que significam TAEG, MTIC e prazos de pagamento.
Comprar casa não é apenas uma questão de encontrar um imóvel dentro do orçamento da prestação mensal. É essencial considerar todos os custos envolvidos para evitar surpresas desagradáveis e garantir uma compra segura e financeiramente sustentável. O maior erro que pode cometer é tomar decisões precipitadas!
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