Lisboa aprova loteamento no Beato com 204 novas casas e áreas verdes
Projeto de regeneração urbana inclui habitação, comércio, equipamentos coletivos e espaços verdes.
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprovou, na passada sexta-feira, a operação de loteamento de iniciativa municipal para os terrenos do Casal do Pinto, no Beato. A proposta viabiliza a construção de 204 novas casas, comércio local, dois lotes para equipamentos de utilização coletiva e uma área verde com 2,6 hectares, que incluirá campo desportivo, parque infantil e hortas urbanas.
A proposta subscrita pela vereadora do Urbanismo, Joana Almeida (independente eleita pela coligação "Novos Tempos" PSD/CDS-PP/MPT/PPM/Aliança), foi aprovada em reunião privada com a abstenção de Livre e Cidadãos Por Lisboa (eleitos pela coligação PS/Livre) e os votos a favor dos restantes, nomeadamente da liderança PSD/CDS-PP (que governa sem maioria absoluta), PS, PCP e BE, segundo informação da autarquia. undefined
Localizado entre a Calçada da Picheleira, a Rua Frederico Perry Vidal, a Rua Carlos Botelho e a Rua Capitão Roby, o projeto prevê a constituição de 37 lotes destinados a habitação e comércio, com edifícios de no máximo quatro pisos acima do solo e dois abaixo.
“Lisboa é feita para todos e não podemos tolerar que continue a existir uma cidade esquecida”, afirmou o presidente da Câmara, Carlos Moedas, destacando a importância da aprovação desta proposta, que vai permitir “a há muito aguardada regeneração do Casal do Pinto”.
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A aprovação deste loteamento insere-se na execução do Plano de Pormenor do Casal do Pinto, integrado na estratégia municipal de reabilitação do Vale de Chelas, uma das zonas prioritárias de intervenção urbana em Lisboa.
“Este é um território de requalificação prioritária para o município”, sublinhou a vereadora da Habitação, Filipa Roseta, acrescentando que o projeto “contribui significativamente para dar resposta às necessidades habitacionais da cidade e para o reforço da coesão social”.
Também a vereadora do Urbanismo, Joana Castro Almeida, assinalou a relevância desta aprovação, afirmando que “foi dado mais um passo na concretização do nosso compromisso de criar uma cidade mais verde, acessível e acolhedora para todos”.
Com esta intervenção, a Câmara Municipal de Lisboa dá continuidade à sua política de requalificação urbana com foco na habitação acessível, no espaço público de qualidade e no reforço da sustentabilidade ambiental da cidade.
Fonte:Redação/ Lusa
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