Guarda investe 40 ME na construção de 325 casas para habitação social

Investimento público foi aprovado na última reunião de Câmara Municipal.

Guarda investe 40 ME na construção de 325 casas do regime social
Guarda investe 40 ME na construção de 325 casas do regime social

A Câmara da Guarda vai criar uma empresa municipal para gerir o investimento de 40 milhões de euros em habitação social com a construção de 325 casas, anunciou a autarquia. Nos próximos três a quatro anos, através da nova empresa “exclusivamente participada pelo município”, serão construídos 325 fogos para habitação acessível e social no concelho da Guarda.

Este investimento público foi aprovado na última reunião de Câmara Municipal, presidida por Sérgio Silva Costa, informou a autarquia em comunicado.

“Desse número, 225 estão em fase de preparação de candidatura e em articulação com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e a Comunidade Intermunicipal (CIM) das Beiras e Serra da Estrela”, adiantou.   undefined

Entretanto, segundo a nota, “cinquenta estão também em fase de candidatura no âmbito do Programa 1º Direito”, tendo em vista a “resolução de problemas” do Bairro da Fraternidade.

Ao abrigo do mesmo programa, mas para o centro histórico da cidade, estão projetados mais 50 fogos, “abrangendo edifícios já adquiridos” e outros que a Câmara “pretende vir a adquirir, estes ainda em fase de elaboração de candidatura”.

“Por não possuir meios técnicos e humanos suficientes para gerir este volume de investimento público em tão pouco tempo (…), foi proposto e aprovado na última reunião de Câmara a criação de uma empresa municipal”, esclareceu a autarquia.   undefined

Atualmente, o município da Guarda gere 45 fogos em regime de renda apoiada, 12 em regime de renda condicionada e 38 arrendados pelo regime geral.

Na última reunião, o executivo liderado por Sérgio Costa aprovou a minuta do acordo de colaboração entre o município, o IHRU e a CIM das Beiras e Serra da Estrela.

“A habitação é um dos principais vetores na aposta social (…) e por isso a Câmara da Guarda vai avançar com uma série de medidas por forma a que o acesso a habitação acessível e social seja, cada vez mais, um direito de todos e em especial dos que mais a necessitam, nomeadamente os jovens que escolhem o nosso concelho para estudar”, sublinhou.

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Fonte: Lusa

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