Férias, amigos e gargalhadas: 6 jogos perfeitos para noites de verão

Às vezes tudo o que precisamos é de uma folha de papel e muita imaginação!

Jogos em família
Jogos em família

As férias têm aquele dom raro de nos devolver o tempo: tempo para estar, para respirar devagar, para conversar sem pressas. Mas entre mergulhos, passeatas e jantares longos, há sempre aquele momento em que alguém pergunta: “E agora, o que é que vamos fazer?”

Claro que há jogos de tabuleiro que são verdadeiros clássicos, e cada família tem os seus, mas se ficaram esquecidos em casa, não é por isso que as gargalhadas têm de esperar. Às vezes basta um papel, um baralho de cartas ou mesmo só a imaginação.

Num mundo em que os ecrãs estão sempre por perto, desligar é um ato de reencontro. Estes jogos entre família e amigos são um convite para isso mesmo: para partilhar, brincar, rir juntos: sem filtros, sem likes, sem scroll. Só pessoas a viver e a criar memórias.

Aqui ficam 6 ideias simples e criativas, perfeitas para animar uma noite quente de verão, uma tarde preguiçosa à sombra ou um serão improvisado com quem mais gostamos. Está pronto para um campeonato de gargalhadas.   undefined

Um clássico. Cada pessoa escreve o nome de uma personagem (real ou fictícia) num papel e cola-o na testa do jogador ao lado. Com perguntas de “sim” ou “não” rotativas, cada um tenta descobrir quem é. Este é o jogo ideal para família e amigos de diferentes idades e não precisa de quase nada… a não ser imaginação e post it’s!

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Ver a avó a galope num cavalo imaginário ou o primo mais novo a imitar uma galinha pode ser a gargalhada mais pura das suas férias. Fazer mímica para a sua família adivinhar o que está a imitar é diversão garantida e nunca há dois jogos iguais. Se quiser um twist, esqueça os filmes e experimente categorias como “personagens da ficção”, “tarefas domésticas em modo dramático” ou “profissões em crise”. Quanto mais específico e disparatado, melhor!

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Contar uma boa história é um talento partilhado que, por vezes, só precisa de um empurrãozinho para florescer.  Este jogo tem a facilidade de não exigir nada além de uma imaginação desvairada e vontade de deixar o jogador seguinte com “uma batata quente” entre mãos. É muito simples: começa com uma frase disparatada (“Era uma vez um polvo com medo do mar…”, “um dia conheci um sapato voador que queria ser presidente”) e depois é deixar a história fluir em cadeia, sem travões, sem porquês, sem vergonhas. Cada elemento da família continua a narrativa a partir do momento deixado em suspenso pelo contador anterior, podendo acrescentar o que bem lhe aprouver. Combinem de antemão quantas “voltas” ao total de jogadores vão dar, a menos que queiram mesmo uma história interminável. O final é sempre inesperado!

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Aproveitar o jardim lá de casa ou o parque onde estão a fazer o piquenique para fazer uma caça ao tesouro é uma excelente maneira de entreter miúdos e graúdos.

Esconda pequenos “tesouros” (pedrinhas pintadas, bombons, pistas escritas) num raio de ação seguro. Dê as pistas em forma de charadas, quadras ou desafios. Se planear o jogo com antecedência, até pode arriscar desenhar um mapa do tesouro. Mas mesmo sem muita produção, pode fazer a caça e quem encontrar mais “tesouros” ganha o prémio maior: uma dose dupla de mousse ao jantar, escolher a playlist no carro ou decidir o filme na próxima noite de cinema. Seja criativo!  As crianças adoram, os adultos também… mesmo que digam que é só para os miúdos!

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Quem não se lembra de dividir a folha de papel em colunas e escrever “nomes”, “países”, “cores”, “animais”…  Depois alguém percorria mentalmente as letras do abecedário até outra pessoa gritar “STOP” e assim determinar a primeira letra das palavras a escrever em cada categoria. O jogo continua a arrebatar gerações pode dar-lhe uma nova vida com categorias mais exóticas como “coisas que irritam” ou “as melhores receitas da avó”. Simples, rápido e competitivo, tem outra vantagem: dá para ser adaptado e jogar em qualquer lugar, como viagens intermináveis de carro e filas de entrada para o parque aquático.

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Num campeonato de disparates, este jogo é líder destacado: muito divertido e não exige jeito para desenhar, bem pelo contrário.
Dividam-se em pares: um jogador põe uma venda nos olhos e segura o lápis ou marcador. O outro tem um papel à frente e diz o que o parceiro deve desenhar… sem usar palavras demasiado diretas.

Por exemplo: em vez de dizer “desenha uma casa”, pode dizer “começa com um quadrado grande ao centro, depois adiciona um triângulo em cima...”. O resultado? Normalmente parece mais arte moderna do que arquitetura, mas a diversão está garantida.

É perfeito para jogar em qualquer mesa, toalha de piquenique ou mesmo no chão da sala. No final, revejam as obras-primas e tentem adivinhar o que era suposto ser.

Na próxima noite quente ou tarde preguiçosa, esqueça o scroll infinito e comece um jogo em família. Quem sabe se não pode ser o melhor das suas férias?

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