Crédito à habitação bate máximos históricos

Em novembro foram concedidos 2.040 milhões de euros em novo crédito habitação, o valor mais elevado desde que há dados.

Em novembro foram concedidos 2.040 milhões de euros em novo crédito habitação, o valor mais elevado de sempre, diz o BdP.
Em novembro foram concedidos 2.040 milhões de euros em novo crédito habitação, o valor mais elevado de sempre, diz o BdP.

O crédito concedido pelos bancos aos particulares atingiu em novembro o valor mais elevado desde 2012, com 2.725 milhões de euros emprestados, devido ao novo crédito à habitação que bateu máximos históricos, segundo o Banco de Portugal.

Os 2.725 milhões de euros emprestados aos clientes particulares, significam um acréscimo de 7,6% face a outubro e de 46% face a novembro de 2022, sendo o valor mais alto desde outubro de 2007.   undefined

A contribuir para este máximo de 16 anos estiveram os empréstimos para a aquisição de casa, uma vez que os 2.040 milhões de euros de novo crédito à habitação em novembro são o valor máximo desde o início da série do Banco de Portugal (2003).

O novo crédito à habitação representa mais 8,6% do que em outubro e mais 60% do que em novembro de 2022.

A taxa de juro média dos novos empréstimos à habitação foi de 4,24%, acima dos 4,23% de outubro.

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Os novos créditos à habitação com taxa mista (isto é, com taxa de juro fixa num período inicial do contrato, seguido de um período em que a taxa de juro é variável) representaram 66% do montante de novos empréstimos à habitação no mês de novembro.

A prestação média mensal dos créditos à habitação continuou a aumentar, passando de 417 euros em outubro para 422 euros em novembro. Metade dos créditos à habitação própria permanente tinha, em novembro, uma prestação igual ou superior a 353 euros.

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De acordo com os dados divulgados pelo BdP, no que respeita a outros créditos, foram emprestados 459 milhões de euros em crédito ao consumo (mais 2% face a outubro e mais 12% em termos homólogos) e 226 milhões de euros em empréstimos para outros fins (mais 11% do que no mês anterior e mais 25% do que em novembro de 2022).

 Fonte: Redação/ Lusa

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