Construção e reabilitação habitacional crescem 18,1% até março

O montante do novo crédito à habitação concedido pela banca, excluindo renegociações, aumentou 41% em março.

Construção e reabilitação habitacional crescem 18,1% até março
Construção e reabilitação habitacional crescem 18,1% até março

As licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais cresceram 18,1% no primeiro trimestre, em termos homólogos, enquanto os fogos licenciados para construções novas aumentaram 30,5% e o consumo de cimento caiu 2,3%, segundo a AICCOPN.

De acordo com a mais recente Síntese Estatística da Habitação da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) divulgada esta semana, o número de licenças municipais emitidas para a construção e reabilitação de edifícios habitacionais registou um crescimento homólogo de 18,1% até março, para 5.142.

Já o número de fogos licenciados em construções novas aumentou 30,5%, para um total de 9.804 novas habitações.

Nos primeiros três meses do ano, os dados da AICCOPN apontam ainda que o consumo de cimento no mercado nacional registou uma quebra homóloga de 2,3%, totalizando 942,8 mil toneladas.   undefined

No que respeita ao montante do novo crédito à habitação concedido pela banca, excluindo renegociações, aumentou 41,0% em março, para 5.235 milhões de euros, tendo-se a taxa de juro no crédito à habitação fixado em 3,74%, uma redução de 88 pontos base face ao período homólogo.

No terceiro mês do ano, o valor mediano da habitação, apurado para efeitos de avaliação bancária, registou uma valorização homóloga de 16,9%, em resultado de acréscimos de 17,7% no segmento dos apartamentos e de 10,5% no das moradias.

Fazendo uma análise mais detalhada da evolução na Península de Setúbal, a AICCOPN aponta um aumento de 7,9% do número de fogos licenciados em construções novas nos 12 meses terminados em março de 2025, para 2.223, face aos 2.060 alojamentos licenciados nos 12 meses anteriores.

Desse total, 7% corresponderam a tipologias T0 ou T1, 23% a T2, 48% a T3 e 22% a T4 ou superior.

Quanto ao valor de avaliação bancária na habitação, verificou-se nesta região uma subida homóloga de 18,5% no mês de março.

 Fonte: Lusa

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