Município do Porto quer comprar 20 casas para arrendamento acessível
A autarquia pretende adquirir 20 casas que reúnam "as condições de habitabilidade adequadas" e sem necessidade de obras de reabilitação para aumentar oferta de arrendamento acessível.
A Câmara do Porto pretende adquirir, no âmbito de um financiamento superior a 33 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência, 20 casas que reúnam "as condições de habitabilidade adequadas" e sem necessidade de obras de reabilitação.
Numa nota publicada no seu 'site', a empresa municipal Porto Vivo, SRU esclarece ter "interesse na aquisição de 20 casas já edificadas que permitam aumentar a oferta de arrendamento acessível na cidade". undefined
Das 20 habitações, a autarquia pretende comprar cinco fogos de tipologia T1, 13 fogos de tipologia T2 e dois fogos de tipologia T3, "devendo as áreas brutas ter, respetivamente, áreas mínimas de 52, 72 ou 91 metros quadrados".
De acordo com o edital, publicado no Jornal de Notícias, a empresa municipal pretende adquirir 20 fogos "que reúnam as condições de habitabilidade adequadas, sem carecer da realização prévia de obras de reabilitação".
O investimento será realizado no âmbito do programa 1.º Direito, para o qual a empresa municipal obteve um financiamento superior a 33 milhões de euros da vertente de Apoio ao Acesso à Habitação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
undefined
Segundo a autarquia, os interessados poderão apresentar propostas até ao dia 01 de outubro através do 'site' da Porto Vivo ou de correio eletrónico.
O programa 1.º Direito vai financiar 26 mil habitações a 100% no âmbito do PRR.
O objetivo, segundo o Ministério da Habitação, é entregar as habitações até ao segundo trimestre de 2026.
Fonte: Lusa
[vc_miew_postsgrid_container list_style="regular_news_card" loopquery="size:3|post_type:post|categories:8"]