Avaliação bancária na habitação sobe para 1.847 euros/m2 em março

Em março, o valor mediano de avaliação aumentou 37 euros.

Avaliação bancária na habitação sobe para 1.847 euros/m2 em março
Avaliação bancária na habitação sobe para 1.847 euros/m2 em março

O valor mediano de avaliação bancária na habitação fixou-se em 1.847 euros por metro quadrado(euros/m2), no mês de março, um aumento de 37 euros face ao observado no mês anterior. Segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), em termos homólogos, a variação foi de 16,9%, que compara com 16,0% em fevereiro de 2025.

O aumento mais significativo (3,7%) aconteceu no Alentejo e não se verificou qualquer descida. Em comparação com março de 2024, a variação mais intensa na Região Autónoma da Madeira (19,4%), não tendo ocorrido qualquer descida

As zonas da Grande Lisboa, Algarve, Madeira, Península de Setúbal e Alentejo Litoral apresentaram valores de avaliação superiores à mediana do país em 47,1%, 32,0%, 15,5%, 15,1% e 5,4%, respetivamente.

Já o Alto Tâmega e Barroso, Alto Alentejo e Beira Baixa foram as regiões que apresentaram valores mais baixos em relação à mediana do país (-52,6%, -51,5% e -50,7%, respetivamente).

Em março, realizaram-se cerca de 36,6 mil avaliações bancárias (24 182 apartamentos e 12 423 moradias), o que representa uma subida de 4,3% face ao mês anterior e um aumento de 19,9% em termos homólogos.

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No mês em análise, o valor mediano de avaliação bancária dos apartamentos foi 2 071 euros/m2, uma subida de 17,7% comparando com março de 2024.

Grande Lisboa (2 750 euros/m2) e Algarve (2 426 euros/m2) apresentam os valores mais elevados, enquanto no Alentejo se encontra o valor mais baixo (1 340 euros/m2). A Região Autónoma da Madeira assinala o crescimento homólogo mais expressivo (20,1%), não se tendo verificado qualquer descida.

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O valor médio da avaliação bancária das moradias foi de 1 369 euros/m2, em março, um acréscimo de 10,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os valores mais elevados observaram-se na Grande Lisboa (2 509 euros/m2) e no Algarve (2 487 euros/m2), registando o Centro e o Alentejo os valores mais baixos (1 020 euros/m2 e 1 117 euros/m2, respetivamente). O maior crescimento homólogo registou-se na Região Autónoma da Madeira (16,2%), não se tendo verificado qualquer descida.

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