A casa como refúgio: as tendências que mudam a forma de viver em 2026

Menos para mostrar, mais para sentir: a casa torna-se o centro do bem-estar.

A casa como refúgio: as tendências que mudam a forma de viver em 2026
A casa como refúgio: as tendências que mudam a forma de viver em 2026

As redes sociais estão a ficar out e o conforto da casa a ficar in. Em 2026, a casa deixa de ser um espaço para mostrar e volta a ser um espaço para viver.

Mais que funcional ou estética, a casa torna-se um espaço emocional: um refúgio, uma extensão da identidade e a nossa base de bem-estar, produtividade e prazer. As macrotendências globais apontam todas na mesma direção: a casa vive-se menos como cenário e mais como experiência.

 undefined

A casa é um reflexo de quem somos. A personalização é o ponto de partida. Os interiores contam histórias reais: família, viagens, memórias e referências culturais. Em resposta à homogeneização global, regressam os materiais locais, o artesanal e o imperfeito com alma, a mistura de estilos.

Como se vive a casa: com sentido de pertença, autenticidade e ligação emocional - menos show, mais autenticidade.

[vc_single_image media="17660"][/vc_single_image]

 undefined

A casa funciona sobretudo como conforto emocional. Mais do que um abrigo procura-se consolo, proteção e bem-estar psicológico. O conforto deixa de ser apenas físico. Texturas suaves, luz quente e cores envolventes ajudam a criar um espaço de segurança.

Como se vive a casa: como refúgio, não como palco.

 undefined

O biophilic design sobressai. A natureza passa a fazer parte da estrutura da casa. Materiais minerais, cores orgânicas, plantas integradas e layouts fluidos aproximam o interior do exterior.

Como se vive a casa: em continuidade com a natureza, todos os dias.

[vc_single_image media="17662"][/vc_single_image]

 undefined

Casas que se adaptam à vida real. Trabalhar, descansar, conviver e relaxar acontece tudo no mesmo espaço. O design responde com mobiliário modular, divisões mutáveis, escritórios discretos e soluções discretas que permitem transformar o espaço ao longo do dia.

Como se vive a casa: de forma fluida, sem funções rígidas. Menos metros quadrados, mas muito mais inteligentes.

[vc_single_image media="17664"][/vc_single_image]

 undefined

A casa volta a ser lugar de encontro. Cozinhar, receber e estar junto é o objetivo. Cozinhas abertas, mesas redondas e zonas de estar pensadas para partilhar refletem a vontade de reconexão humana. Receber em casa volta a ser essencial.

Como se vive a casa: com menos formalidade e mais vida real partilhada.

[vc_single_image media="17666"][/vc_single_image]

 undefined

A tecnologia não se vê, mas sente-se. A iluminação, a climatização e o conforto acústico integram-se de forma discreta. O foco não está no gadget, mas na experiência humana.

Como se vive a casa: com eficiência, conforto e simplicidade.

 undefined

A sustentabilidade deixa de ser decorativa. Há uma maior valorização dos materiais duráveis, das peças intemporais, uma reutilização criativa e aposta na eficiência energética integrada no projeto.

Como se vive a casa: com escolhas responsáveis que fazem sentido no longo prazo.

 undefined

O quarto assume um novo protagonismo como espaço de recuperação física e mental. Cores profundas, tecidos naturais, menos estímulos e luz pensada para o descanso.

Como se vive a casa: com mais qualidade de sono e recuperação.

[vc_single_image media="17670"][/vc_single_image]

 undefined

O luxo define-se nos pequenos rituais diários: um canto de leitura, uma casa de banho mais sensorial ou uma varanda convidativa e acolhedora. Menos ostentação e mais experiência.

Como se vive a casa: valorizando os pequenos prazeres do dia a dia.

[vc_single_image media="17672"][/vc_single_image]

 undefined

A grande tendência de 2026 é não seguir tendências. O design ao serviço da expressão pessoal. Mais cor, mais mistura, mais personalidade - sempre com um propósito.

Como se vive a casa: como uma tela de expressão individual, com foco no prazer visual e emoção.

 undefined

As tendências apontam para uma casa mais humana, mais sensorial e mais consciente. Vive-se menos para impressionar e mais para sentir. Procura-se conforto, sim, mas também mais vida, mais emoção, mais identidade e mais prazer no dia-a-dia.

Quanto mais pessoal for uma casa, mais rica ela se torna - mais diversa, mais criativa, mais ousada e mais surpreendente. O design assume um papel estratégico: criar espaços que acompanham as pessoas nas suas rotinas, emoções e transformações, libertando-se de fórmulas e soluções standartizadas.

Em 2026, o design de interiores será, assim, mais ousado, mais exigente, mais inclusivo e mais integrador. Uma verdadeira ferramenta de autoexpressão que nos permite transformar a casa no nosso habitat mais autêntico.

 Autoria: Catarina Diniz - Head of Business & Strategy da Staging Factory

[vc_miew_postsgrid_container list_style="regular_news_card" loopquery="size:3|post_type:post|categories:6"]